Como você classifica a política do nosso país?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Curiosidades do Brasil


O petróleo foi encontrado no Brasil pela primeira vez em 1939, em Lobato, próximo a Salvador, no estado da Bahia.

O Português é o idioma oficial de sete países, todos eles ex-colônias portuguesas: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe.

O idioma português é o oitavo idioma mais falado no planeta e a terceira entre as línguas ocidentais, após o inglês e o castelhano.

O Brasil participa de diversos acordos para facilitação do comércio pela redução de tarifas de importação, sendo a maioria deles na América Latina e de preferências tarifárias.

A primeira estrada de ferro brasileira foi inaugurada em 1854, com extensão de 14,5km, ligando o porto de Mauá, na baía de Guanabara, ao sopé da serra da Estrela, no caminho de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

A navegação de cabotagem no Brasil é ainda insuficiente para atender às necessidades do país.

A navegação fluvial e lacustre é pouco praticada no Brasil.

Durante o governo de Juscelino Kubitschek, orientado pelo Plano de Metas, construiu-se a nova capital, Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960.

O teatro mais antigo em atividade no Brasil, é o de Ouro Preto, Minas Gerais que está em funcionamento desde 1769.

Joinville, em Santa Catarina cedia todos os anos o maior festival de dança do mundo.

Em Blumenau acontece todo ano no mês de Outubro a grande festa Oktoberfest onde a cidade recebe turistas do Brasil e de países do mundo inteiro.

A árvore mais velha do Brasil é um jequitibá-rosa.

O tráfego de helicópteros em São Paulo é o terceiro maior do mundo.

Esportes

Espotes coletivos (duplas e equipes)

  • Hóquei em Patins
  • Biribol
  • Footsack
  • Frescobol
  • Futebol de areia
  • Futevôlei
  • Futsal (Futebol de salão).
  • Peteca
  • Taco

Artes marciais

  • Jiu-jitsu brasileiro
  • JUT-BO
  • Morganti Ju-Jitsu
  • Vale Tudo

Folclore e Costumes

A palavra Folclore surgiu de dois vocábulos saxónicos antigos –palavras usadas por povos que saíram da atual Alemanha e povoaram a Inglaterra. “Folk”, que em inglês significa “povo”, e “lore”, “saber”. Folclore, ou saber popular, significa um conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país.
As manifestações culturais estão por todo lugar, fazem parte do nosso cotidiano e podem ser percebidas na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestuário.
Conhecendo o folclore de um país é possível compreender o povo e parte de sua história. Entre as características dessa manifestação cultural estão a transmissão oral dos conhecimentos através de gerações, a aceitação por parte das comunidades, envolvimento de classes populares e o caráter não-oficial das manifestações culturais.
O folclore inclui mitos, lendas, contos populares, brincadeiras, provérbios, adivinhações, orações, maldições, encantamentos, juras, xingamentos, gírias, apelidos de pessoas e de lugares, desafios, saudações, despedidas, trava-línguas. Também engloba festas, encenações, artesanato, medicina popular, danças, música instrumental, canções (inclusive as baladas e canções de ninar).
Entre outras manifestações folclóricas estão gestos, símbolos, receitas de comidas, motivos dos bordados e até mesmo maneiras de chamar e dar comandos aos animais. Todas essas manifestações são muito próprias de cada cultura e são diferentes em cada região do Brasil.
Entre os personagens mais conhecidos do folclore brasileiro estão o Boitatá, o Boto Rosa, Curupira, Iara, Mula-sem-cabeça, Saci-Pererê. O Bumba-meu-boi, presente nas festas juninas, surgiu no início do século XVIII, com origem nos engenhos e fazendas de gado do Nordeste brasileiro. É chamado tanto de boi-bumbá, como de boi-calemba, boi-de-reis, boi-pintadinho. No festival folclórico da cidade de Parintins (a cerca de 300 km de Manaus) no Amazonas, o bumba-meu-boi reúne milhares de pessoas que assistem e participam da disputa dos dois bois representados pelo vermelho, o "Garantido", e o azul, o "Caprichoso".
No Brasil, o Carnaval é uma das principais festas e tem características e celebrações diferentes em cada região do país, com desfiles de escolas de samba e multidões reunidas nas ruas. Já nas festas juninas, as maiores atrações são as fogueiras, músicas, danças e comidas típicas, encontradas nos grandes destinos turísticos brasileiros, como Caruaru, Campina Grande e Parintins.

Economia

A economia do Brasil tem um mercado livre e exportador. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto é próximo de 2,5 trilhões de dólares (R$ 3, 674 964 trilhões),fazendo-lhe a sétima maior economia do mundo em 2010 segundo o FMI, e o Banco Mundial, e a segunda maior do continente americano, atrás apenas dos Estados Unidos.
A economia brasileira é uma das que mais tem crescido no mundo. De acordo com a Goldman Sachs, a economia brasileira deve se tornar a quarta maior do mundo por volta de 2050. 
O Brasil é membro de diversas organizações econômicas, como o Mercosul, a UNASUL, o G8+5, o G20 e o Grupo de Cairns. Seu número de parceiros comerciais é na ordem das centenas, com 60% das exportações principalmente de produtos manufaturados e semimanufaturados.Os principais parceiros comerciais do Brasil em 2008 foram: Mercosul e América Latina (25,9% do comércio), União Europeia (23,4%), Ásia (18,9%), Estados Unidos (14,0%) e outros (17,8%).
Segundo o Fórum Econômico Mundial, o Brasil foi o país que mais melhorou em competitividade em 2009, ganhando oito posições entre outros países, superando a Rússia pela primeira vez e fechando parcialmente a diferença de competitividade com a Índia e a China, as economias BRIC. Importantes passos dados desde a década de 1990 para a sustentabilidade fiscal, bem como as medidas tomadas para liberalizar e abrir a economia, impulsionaram significativamente os fundamentos do país em matéria de competitividade, proporcionando um melhor ambiente para o desenvolvimento do setor privado.
Proprietário de um sofisticado setor tecnológico, o Brasil desenvolve projetos que vão desde submarinos a aeronaves (a Embraer é a terceira maior empresa que produz aviões no mundo)e está envolvido na pesquisa espacial: o país possui um centro de lançamento de satélites e foi o único país do Hemisfério Sul a integrar a equipe responsável pela construção do Estação Espacial Internacional (EEI). É também o pioneiro em muitos outros campos econômicos, incluindo a produção de etanol.
De acordo com a Associação Mundial do Aço, o Brasil foi o nono maior produtor de aço no mundo em 2009, tendo estado sempre entre os dez primeiros nos últimos anos.
O Brasil, juntamente com o México, tem estado na vanguarda do fenômeno das multinacionais latino-americanas, que, graças à tecnologia superior e organização, têm virado sucesso mundial. Essas multinacionais têm feito essa transição, investindo maciçamente no exterior, na região e fora dela, e assim realizando uma parcela crescente de suas receitas a nível internacional.
O Brasil também é pioneiro nos campos da pesquisa de petróleo em águas profundas, de onde 73% de suas reservas são extraídas.De acordo com estatísticas do governo, o Brasil foi o primeiro país capitalista a reunir as dez maiores empresas montadoras de automóvel em seu território nacional.
Com um grau de desigualdade ainda grande, a economia brasileira tem se tornado uma das maiores do mundo. De acordo com a lista de bilionários da revista Forbes de 2011, o Brasil é o oitavo país do mundo em número de bilionários, à frente inclusive do Japão, com um número bastante superior aos dos demais países latino americanos.

Renda per capita brasileira


A moeda brasileira não é bem distribuída entre a população.
Um indicador social que evidencia um bom IDH é a renda per capita, no Brasil há uma grande desigualdade na distribuição de renda entre classes sociais e diferenças entre sexo e raça.

O rendimento de um país é expresso em renda per capita, que corresponde à riqueza de um país dividida pelo número de habitantes, mas uma elevada renda per capita não confirma ou não reflete a realidade, pois de uma forma geral a renda é mal distribuída.

Alguns dados do IBGE revelam que o Brasil alcançou um aumento razoável nos indicadores sociais, porém não houve progresso na distribuição da renda, pois a minoria dos brasileiros possui altos salários e a maioria ganha pouco ou nada.

A renda per capita é o resultado da soma de tudo que é produzido em uma nação no ano, em geral os países expressam a renda per capita em dólar, que no caso é a moeda referência no mundo, para realizar comparações entre os países. Para conceber a renda per capita de um país é preciso dividir o PIB pelo número de habitantes, o resultado é a renda per capita, que corresponde ao valor das riquezas que caberia a cada pessoa.

Hoje, no Brasil, cerca de 49 milhões recebem até meio salário mínimo per capita, cerca de 54 milhões de brasileiros não possuem rendimento, esses são considerados pobres. As disparidades são explícitas entre regiões e estados brasileiros, no nordeste 51% da população vive com até meio salário mínimo, ao contrário da região sudeste que é de apenas 18%. Outra desigualdade está entre homens e mulheres, pois as mulheres são em média mais pobres que os homens. Hoje no Brasil a renda per capita é de 8.020 dólares, quase a metade da Argentina com 12.460 dólares, isso conforme dados do FMI e do Banco Mundial.

Densidade demografica do Brasil

A densidade demográfica é a relação entre a população e a área ocupada, geralmente medida em habitantes por quilômetro quadrado.
Christian Knepper/ Embratur A cidade de São Paulo, localizada no Sudeste: região apresenta a maior densidade demográfica no Brasil Ampliar
  • A cidade de São Paulo, localizada no Sudeste: região apresenta a maior densidade demográfica no Brasil
No Brasil, segundo os dados do Censo 2010, do IBGE, a densidade demográfica média é de 22,43 habitantes por quilômetro quadrado.
A região Norte, que possui 45,2% da área total do país e 8,3% da população, tem apenas 4,12 habitantes por quilômetro quadrado, enquanto o Sudeste, que concentra mais de 42,1% da população total, é a região com maior densidade demográfica: 86,92 habitantes por quilômetro quadrado.
Saiba mais sobre miscigenação e e números gerais no Portal Brasil.
Fonte:
IBGE 

Composiçao étnica da população brasileira

O Brasil é um país com grande diversidade étnica, sua população é composta essencialmente por três principais grupos étnicos: o indígena, o branco e o negro. Os indígenas constituem a população nativa do país, os portugueses foram os povos colonizadores da nação e os negros africanos foram trazidos para o trabalho escravo.

Esse contexto proporcionou a miscigenação dos habitantes do Brasil, caracterizados como mulato (branco + negro); caboclo ou mameluco (branco + índio); cafuzo (índio + negro). Com o prosseguimento da miscigenação, originaram-se os inúmeros tipos que hoje compõem a nossa população.

A composição étnica dos brasileiros é um conteúdo muito importante, passível de uma atenção especial por parte do educador ao aplicá-lo em sala de aula. Mostre aos alunos a diversidade étnica da população nacional e como esse fator contribuiu para a nossa identidade cultural; demonstre aspectos culturais presentes em nossas vidas, originários dos indígenas, portugueses, africanos, além dos outros imigrantes europeus, árabes e asiáticos.

No objetivo de promover a reflexão dos estudantes, pergunte sobre a origem étnica de seus familiares, demonstrando a ampla mistura étnica que há em nossa nação.

A diversidade étnica da população brasileira
É sempre importante ressaltar que nos estados brasileiros não há homogeneidade étnica, e sim, a predominância de vários grupos. A distribuição dos principais grupos étnicos pelo território nacional é uma consequência do povoamento das regiões do país.
A região Sul teve os europeus como principais povos ocupantes do território; na Amazônia, predominam os descendentes indígenas; os afro-descendentes são maioria no Nordeste brasileiro. No entanto, existe grande diversidade mesmo entre essas regiões, pois além de ter ocorrido a miscigenação nesses locais, há um grande fluxo migratório entre essas partes do Brasil.

Após uma abordagem histórica da formação da população brasileira, solicite aos alunos um trabalho em grupo (até 4 pessoas) contendo os principais grupos étnicos do Brasil, sua distribuição no território nacional e suas contribuições culturais e econômicas para a nação.

Proponha a construção de um painel composto por diferentes grupos étnicos, e por fim, realize um debate em sala de aula entre os alunos, destacando a heterogeneidade dos habitantes do Brasil e o processo histórico que proporcionou essa grande miscigenação.

Hino Nacional do Brasil

I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

 Composição: Francisco Manuel da Silva / Joaquim Osório Duque Estrada

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Geografia

Relevo:
             Características do relevo brasileiro 
O relevo do Brasil tem formação muito antiga e resulta principalmente de atividades internas do planeta Terra e de vários ciclos climáticos. A erosão, por exemplo, foi provocada pela mudança constante de climas úmido, quente, semi-árido e árido. Outros fenômenos da natureza (ventos e chuvas) também contribuíram no processo de erosão.
O relevo brasileiro apresenta-se em : 
Planaltos –  superfícies com elevação e aplainadas , marcadas por escarpas onde o processo de desgaste é superior ao de acúmulo de sedimentos.
Planícies –  superfícies relativamente planas , onde o processo de deposição de sedimentos é superior ao de desgaste.
Depressão Absoluta - região que fica abaixo do nível do mar. 
Depressão Relativa
– fica acima do nível do mar . A periférica paulista, por exemplo, é uma depressão relativa.
Montanhas –  elevações naturais do relevo, podendo ter várias origens , como falhas ou dobras.

Clima:
(Azul escuro:equatorial.Azul:tropical umido.Azul claro:tropical de savanas.Laranja:semi-arido.Vermelho:arido.Verde:tropical de altitude.Verde limao:subtropical oceanico.Verde folha:subtropical continental.)

Vegetação:
Principais rios:

O Brasil possui uma das mais extensas e diversificadas redes fluviais do mundo, dividida em 12 regiões hidrográficas: Bacia Amazônica, Bacia Tocantins Araguaia, Bacia do Paraguai, Bacia Atlântico Nordeste Ocidental, Bacia Atlântico Nordeste Oriental, Bacia do Paraná, Bacia do Parnaíba, Bacia do São Francisco, Bacia do Atlântico Leste, Bacia do Atlântico Sudeste, Bacia do Atlântico Sul e Bacia do Uruguai.
Uma rede hidrográfica é o conjunto formado pelo rio principal e todos os seus afluentes e subafluentes. Conheça as principais do país









Religiões

Religião (em latim: religare, significando religação com o divino [1]) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e os valores morais.[2] Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas ideias sobre o cosmos e a natureza humana.
A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, serviço público ou outros aspectos da cultura humana.
O desenvolvimento da religião assumiu diferentes formas em diferentes culturas. Algumas religiões colocam a tônica na crença, enquanto outras enfatizam a prática. Algumas religiões focam na experiência religiosa subjetiva do indivíduo, enquanto outras consideram as atividades da comunidade religiosa como mais importantes. Algumas religiões afirmam serem universais, acreditando que suas leis e cosmologia são obrigatórias para todas as pessoas, enquanto outras se destinam a serem praticada apenas por um grupo bem definido ou localizado. Em muitos lugares, a religião tem sido associada com instituições públicas, como educação, hospitais, família, governo e hierarquias políticas.
Alguns acadêmicos que estudam o assunto têm dividido as religiões em três categorias amplas: religiõea mundiais, um termo que se refere à crenças transculturais e internacionais; religiões indígenas, que se refere a grupos religiosos menores, oriundos de uma cultura ou nação específica; e o novo movimento religioso, que refere-se a crenças recentemente desenvolvidas.[3] Uma teoria acadêmica moderna sobre a religião, o construtivismo social, diz que a religião é um conceito moderno que sugere que toda a prática espiritual e adoração segue um modelo semelhante ao das religiões abraâmicas, como um sistema de orientação que ajuda a interpretar a realidade e definir os seres humanos[4] e, assim, a religião, como um conceito, tem sido aplicado de forma inadequada para culturas não-ocidentais que não são baseadas em tais sistemas ou em que estes sistemas são uma construção substancialmente mais simples.

Cultura

Arte:
Nas camadas populares muitos artistas realizam suas obras, normalmente em seus dias de folga, nas horas tiradas do trabalho na lavoura ou demais ocupações, solitariamente ou com a ajuda da família, em alguns casos, há dedicação integral para a tarefa, entretanto, são poucos os que conseguem sobreviver somente dos trabalhos artísticos realizados.
Feiras e mercados são os principais compradores desses produtos que normalmente acabam sendo usados nas decorações de casa, nas brincadeiras infantis ou até mesmo nos altares de igrejas. Os objetos de arte popular normalmente têm fins decorativos e as peças ora podem ser independentes, ora podem ser criadas para enfeitar outros objetos ou substituir aqueles de uso doméstico. A arte sacra sempre foi importante meio de expressão de nossos artistas populares.
O culto católico aos santos criou condições propícias para que muitos artistas populares se expressassem. Além disso, deve se levar em conta que não existiam escolas de arte académica no Brasil até o século XIX e muitos de nossos artistas criavam seus trabalhos sem praticamente nenhum contato com a “arte erudita”. Aleijadinho, um de nossos maiores artistas, pode, sob vários aspectos, ser considerado um artista popular. Outro fator que espanta na arte popular é a semelhança observada em algumas peças produzidas por artesãos sem estudo artístico com obras encontradas em outras épocas e culturas, podendo dar indícios de fatores inconscientes que atuam nessas criações.
Um exemplo disso são os santos brasileiros semelhantes às representações medievais que aparecem na arte popular, como os realizados por Severino de Iracunhaem. Além disso, são famosos em nossa arte os “santeiros”, principalmente no interior do país e em Minas Gerais, que realizam suas obras seguindo as determinações da Igreja. Assim, por exemplo, uma representação de Santo Antônio deve seguir as características que a tradição religiosa imprime ao santo.
A arte popular normalmente exprime um sentimento comum ao meio onde se desenvolve. Não costuma ser esperado do artista popular originalidade ou expressão individual, mas sim domínio artesanal e capacidade para executar as obras, normalmente encomendadas e ditadas pela sociedade em que ela se insere, que determina tanto a temática como, em alguns casos, a própria forma que o trabalho deva assumir. Bichinhos, figuras humanas e tipos (como o cangaceiro, a lavadeira, o padre), além de santos são os temas mais freqüentes da arte popular. Normalmente o artista popular tira da realidade em que vive seus assuntos, podendo às vezes imprimir doses de humor e crítica social às suas representações, como ilustram pequenas esculturas nordestinas de moças brancas dançando com negros de nariz tapado.
Famosos pela sutil ironia são Mestre Vitalino e Zé Caboclo, ambos de Caruaru. O artista popular costuma ser auto-didata, sem contato com a arte erudita, retirando da tradição as técnicas que precisa para realizar seu trabalho. Pode inclusive criar recursos próprios para solucionar seus problemas. A personalização da tradição da sociedade em que esse artista está inserido pode gerar obras de grande valor artístico. As pequenas esculturas costumam ser as manifestações mais freqüentes da arte popular, especialmente a cerâmica. Devido às particularidades do trabalho com o material, existem pequenas oficinas (pelo menos inicialmente familiares) que se dedicam ao ofício.
As oficinas de cerâmicas estão presentes em várias localidades do Brasil , destacando-se as da região oeste do país, as amazônicas, nordestinas e as do Rio Grande do Sul. Cidades como Caruaru, com suas esculturas mais sofisticadas, com valorização do movimento e realismo são influentes centros regionais que acabam por determinar padrões nordestinos. As esculturas em barro têm centros na região norte do país, em cidades como Belém – destacando-se principalmente as formas de animais locais, como os jacarés; no Sudeste, em cidades como Vitória e artistas como Mãe Ana; no Sul, em São José (Santa Catarina) e as misturas de seres fantásticos com pessoas e animais no conjunto das treze figuras coloridas do boi-de-mamão (realizadas por artistas como Anésia de Silveira). Ainda no Sudeste, vemos fortes centros em lugares como o Vale do Paraíba paulistano, cuja produção é especialmente intensa no Natal de figuras relacionadas à festa, como anjos, meninos e estrelas do oriente.
O folclore do vale também é representado através de peças feitas para a tradicional “Festa do Divino”. No Centro-Sul são famosas as esculturas de intenção religiosa. No Nordeste são especialmente conhecidas as figuras que, por seus trajes e atitudes, caracterizam aspectos da vida da região. Chamam a atenção também pela sofisticação que as representações apresentam, com detalhes como feições do rosto atentas aos tipos físicos do local. Ainda no Nordeste, as carrancas nos barcos que cruzam o São Francisco, usadas na intenção de espantar malefícios ou mesmo monstros folclóricos fluviais, são outros bons exemplos de arte popular. Os ex-votos também são considerados uma das mais importantes manifestações artísticas populares. Os milagres costumam enfatizar a região do corpo a que os fiéis pedem atenção divina. Nas cabeças, em que se apelam para mortos, tanto pode ser visto padrões comuns quanto preocupações artísticas em retratar as feições do falecido.
O “Padinho Cícero”, por exemplo, é um tema regional bastante empregado nas esculturas religiosas nordestinas, especialmente as de Juazeiro do Norte. A Umbanda também fornece grande inspiração para os artistas populares, como as figuras de Exus, caboclos e preto- velhos, especialmente fortes na Bahia, bem representadas por Cândido. É também típico do estado as figuras das “baianas”, com suas vestes e formas anatômicas mais realistas. Principalmente através do Modernismo e de sua nacionalidade alguns artistas populares começaram a ser reconhecidos em círculos de arte erudita, sendo valorizados e realizando até mesmo exposições dentro e fora do país.
Um dos primeiros desses artistas mais afinados com as tradições populares descobertos foi Cardosinho (José Bernardo Cardoso Júnior), português que veio ao Brasil com três anos de idade. Tendo começado a pintar com sessenta e oito anos, chama a atenção por suas composições fantásticas e misteriosas, que não se preocupam com o realismo nas proporções (como demonstram as borboletas enormes de seus quadros, copiadas em tamanho natural). Chegou mesmo a realizar uma mostra com Portinari. Djanira da Mota e Silva, nascida no interior de São Paulo e fixa no Rio de Janeiro é outra artista popular que realizou exposições, inclusive nos Estados Unidos. Entre algumas de suas obras estão: “Figuras na Rua” (1946) e “A Casa de Farinha” (1956) ou a pintura da Capela de Santa Bárbara, no túnel Catumbi – Laranjeiras, no Rio de Janeiro (1961- 1963). Chico da Silva, com seus animais fantásticos, como pássaros e dragões ligados ao folclore do norte-nordeste do país é mais conhecido na Europa (graças à intervenção do pintor suíço Jean Pierre Chabloz que o descobriu em Fortaleza) do que no Brasil.
A tradição afro-brasileira e o aspecto contemplativo das esculturas do baiano Agnaldo Manuel dos Santos também o caracterizam como importante artista popular, como suas figuras sobre mãe e filho ou obras como “Totem” de 1973. Mestre Vitalino (ver verbete) de Caruaru, o carioca Heitor dos Prazeres, o pernambucano Manezinho Araújo, a paulista Maria Auxiliadora da Silva, são outros nomes de pintores populares que acabaram por ficar conhecidos em círculos eruditos.

Culinária:
A
culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, indígenas e africanos .
Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses.
Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais.
A feijoada, prato típico do país, é um exemplo disso.
Os escravos trazidos ao Brasil desde fins do século XVI, somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz.
As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e conseqüentimente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.
As bebidas destiladas foram trazidas pelos portugueses ou, como a cachaça, fabricadas na terra.
O vinho é também muito consumido, por vezes somado à água e açúcar, na conhecida sangria.
A cerveja por sua vez começou a ser consumida em fins do século XVIII e é hoje uma das bebidas alcoólicas mais comuns.


Musica:
A música do Brasil formou-se, principalmente, a partir da fusão de elementos europeus e africanos, trazidos respectivamente por colonizadores portugueses e pelos escravos.
Até o século XIX Portugal foi a porta de entrada para a maior parte das influências que construíram a música brasileira, erudita e popular, introduzindo a maioria do instrumental o sistema harmônico, a literatura musical e boa parcela das formas musicais cultivadas no país ao longo dos séculos, ainda que diversos destes elementos não fosse de origem portuguesa, mas genericamente européia. A maior contribuição do elemento africano foi a diversidade rítmica e algumas danças e instrumentos, que tiveram um papel maior no desenvolvimento da música popular e folclórica, florescendo especialmente a partir do século XX. O indígena praticamente não deixou traços seus na corrente principal, salvo em alguns gêneros do folclore, sendo em sua maioria um participante passivo nas imposições da cultura colonizadora.
Ao longo do tempo e com o crescente intercâmbio cultural com outros países além da metrópole portuguesa, elementos musicais típicos de outros países se tornariam importantes, como foi o caso da voga operística italiana e francesa e das danças como a zarzuela, o bolero e habanera de origem espanhola, e as valsas e polcas germânicas muito populares entre os séculos XVIII e XIX, e o jazz norteamericano no século XX, que encontraram todos um fértil terreno no Brasil para enraizamento e transformação.
Com o importante influxo de elementos melódicos e rítmicos africanos, a partir de fins do século XVIII, a música popular começa a adquirir uma sonoridade caracteristicamente brasileira. Na música erudita, contudo, aquela diversidade de elementos só apareceria bem mais tarde. Assim, naquele momento, tratava-se de seguir - dentro das possibilidades técnicas locais, bastante modestas em relação aos grandes centros europeus ou mesmo em comparação com o México e o Peru- o que acontecia na Europa e, em grau menor, na América espanhola. Uma produção de caráter especificamente brasileiro na música erudita só aconteceria após a grande síntese realizada por Villa Lobos, já em meados do século XX.

 

Dados principais:

Língua oficial:Português (BR)

Moeda:Real (R$)

Data Nacional:7 de Setembro

Nacionalidade:Brasileira.

Capital:Brasília.

Área
 - Ranking5º maior
 - Total8.514.876,599 km² 1,2
 - Terra8.456.510 km²
 - Água55.455 km²


Área: O Brasil tem uma área total de 8.514.876[²][3]km² que inclui 8.456.510 km² de terra e 55.455 km² de água.

Estados brasileiros:
Acre – Rio Branco
Alagoas – Maceió
Amapá – Macapá
Amazonas – Manaus
Bahia – Salvador
Ceará – Fortaleza
Distrito Federal – Brasília
Espírito Santo – Vitória
Goiás – Goiânia
Maranhão – São Luís
Mato Grosso – Cuiabá
Mato Grosso do Sul – Campo Grande
Minas Gerais – Belo Horizonte
Pará – Belém
Paraíba – João Pessoa
Paraná – Curitiba
Pernambuco – Recife
Piauí – Teresina
Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte – Natal
Rio Grande do Sul – Porto Alegre
Rondônia – Porto Velho
Roraima – Boa Vista
Santa Catarina – Florianópolis
São Paulo – São Paulo
Sergipe – Aracaju
Tocantins – Palmas

Principais cidades:

São Paulo com 11.277.20 habitantes e Rio de Janeiro com 6.074.090 habitantes são as maiores cidades e as cidades mais povoadas do Brasil, sendo que outras cidades importantes são Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e a capital do país, Brasília.

Aqui em baixo fornecemos-lhe mais detalhes acerca do Brasil e das suas principais cidades.

São Paulo, com mais de 11 milhões de habitantes e o Rio de Janeiro, com um pouco mais de seis milhões de habitantes, são as duas cidades mais povoadas do Brasil. Para além destas duas, há outras cidades importantes e também muito povoadas, de que são exemplo: Belo Horizonte, com quase três milhões de habitantes; Fortaleza, com dois milhões e meio; Salvador e Brasília, com um pouco mais de dois milhões de habitantes; depois, Curutiba, Manaus e Recife rondam o milhão de habitantes e Porto Alegre ultrapassa o milhão.

Bandeira do Brasil

Sistema politico do Brasil

Participar do processo político e poder eleger seus representantes é um direito de todo cidadão brasileiro. No entanto, a grande maioria da população vota em seus candidatos sem a mínima noção de como funciona o sistema político em questão. Como sabemos, o Brasil é uma república federativa presidencialista. República, porque o Chefe de Estado é eletivo e temporário; federativa, pois os Estados são dotados de autonomia política; presidencialista, porque ambas as funções de Chefe de Governo e Chefe de Estado são exercidas pelo presidente.

O Poder de Estado é dividido entre órgãos políticos distintos. A teoria dos três poderes foi desenvolvida por Charles de Montesquieu em seu livro “O Espírito das Leis” (1748). Baseado na afirmação de que “só o poder freia o poder”, o mesmo afirmava que para não haver abusos, era necessário, por meios legais, dividir o Poder de Estado em Executivo, Legislativo e Judiciário. No Brasil, esses são exercidos respectivamente, pelo presidente da república, Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O Executivo possui a função de fazer as leis funcionarem. O presidente pode votar ou sancionar leis criadas pelo Legislativo, editar medidas provisórias, etc. O Legislativo é responsável por idealizar as leis e julgar as propostas do presidente. O parlamento brasileiro é bicameral, ou seja, é composto por duas “casas”: a Câmara dos Deputados e o Senado. Qualquer projeto de lei deve primeiramente passar pela Câmara e depois, se aprovado, pelo Senado. O Poder Judiciário deve interpretar as leis e fiscalizar o seu cumprimento. O mesmo é composto por 11 juízes, escolhidos pelo presidente e aprovados pelo Senado.

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